Antes de falar com o vendedor. Não contactamos o vendedor nem lhe mencionamos a encomenda.
O que fica a saber:
- O que lhe vendem exatamente: a própria empresa ou só os bens (equipamento, mercadoria, o arrendamento do espaço). Disso depende que dívidas antigas podem vir com a compra.
- Se é preciso obter de novo a licença para explorar o negócio. Às vezes é concedida a uma pessoa e não passa para o novo dono.
- Que dívidas antigas podem passar para si com o negócio: impostos, contribuições dos trabalhadores devidas ao Estado, salários por pagar.
- O que há sobre o arrendamento nos registos públicos: prazo, se pode ser transmitido, o que consta sobre a renda quando muda o dono. Se não houver registo, dizemos isso também.
- Que papéis terão de ser tratados de novo depois do negócio e quanto tempo isso costuma demorar nesse país, segundo fontes abertas.
- Dívidas e processos judiciais; quem consta como dono; o que consta sobre o equipamento.
- A lista de papéis que vale a pena pedir ao vendedor e as perguntas a fazer-lhe, palavra por palavra, na língua do país do negócio.
- Uma lista à parte: o que verificar no local e o que mostrar a um advogado local. Incluído no preço.
O que não fica a saber: a verdade sobre a faturação vem com a tarifa de 950 €: aí as palavras do vendedor são cruzadas com as contas dele.
O que precisamos de si: o nome ou o letreiro, a cidade e o país do negócio, a que se dedica, o seu e-mail. Sem papéis.
O relatório numa de seis línguas: português, inglês, espanhol, francês, alemão, russo. Confirmamos a língua antes do pagamento.